Quarta Feira, 12 de Dezembro de 2018
Adelar Arrosi defende sensatez e respeito às leis em vez de obstáculos em vias

Respeito às leis, ao próximo e à vida. Todos que fizeram a CNH carteira nacional de habilitação tem consciência dos riscos de guiar um veículo.

 
 05/12/2018|23:32:55
 Gabinete

O prefeito Adelar Arrosi (PSDB) entende como incoerente o posicionamento de pessoas e até de algumas autoridades sobre a implantação de redutores ou de outros recursos para conter a ansiedade de condutores que abusam da velocidade, uma posição antagônica a educação.

“Defendo o respeito às leis, ao próximo e à vida. Todos que fizeram a CNH carteira nacional de habilitação tem consciência dos riscos de guiar um veículo de forma imprudente, sem respeito, por exemplo, à velocidade mínima da via, que em cidades geralmente é de 60 quilômetros por hora”.

Muitos dos que levam a reivindicação de instalação de obstáculos ao prefeito entendem esse recurso como a única medida eficaz para conter a velocidade e oferecer mais segurança a pedestres, ciclistas e a outros condutores. Entretanto, Adelar Arrosi diz que "pessoas racionais" não precisam de redutores para diminuir um impulso que elas não vão cultivar.

 “Quem trafegar acima da velocidade permitida, colocando outros e a ele próprio em perigo, deve saber muito bem sobre as penalidades para as conseqüências dos seus atos”, diz o prefeito.

O Código Brasileiro de Trânsito emite multas, muitas delas pesadas, aos infratores. E quem provocar o óbito de alguém, pedestre, ciclista, condutor ou passageiros de outro veículo envolvido em uma possível colisão, terá de responder judicialmente por homicídio, que pode ser culposo (quando não há a intenção de matar) ou doloso (quando há a intenção de matar). 

Por isso, entende Adelar Arrosi, a melhor forma de construir um trânsito humano e respeitoso é por meio da educação e não de obstáculos, como se as pessoas fossem dotadas de "irracionalidade". 

Cumprir as determinações afins cientificadas ao se habilitar com CNH, sobre os cuidados necessários de dirigir em vias e cidades, proximidades de escolas, hospitais é dever moral e cívico.

Cada um deve ser responsável pelos seus atos, isso inclui o trânsito e a forma de se comportar nele pode ser um assunto mais debatido na família, em ambientes de socialização e nas empresas. 

“Todos, indistintamente, somos responsáveis por nossas atitudes e reações na construção de uma cidade melhor a todos”, diz o prefeito de Ibema, que responde pela sua terceira gestão pública municipal.